segunda-feira, 7 de outubro de 2013

LUZES DA RIBALTA 1952





















Uma jovem dançarina pergunta ao senhor de cabelos grisalhos, que salvou sua vida, se ele é Calvero, o grande comediante. "Eu fui," - responde o cavalheiro. Como um luminoso de néon que aos poucos se apaga, "Luzes da Ribalta" é uma orgulhosahomenagem a uma antiga era de entretenimento, um contosobre as sucessões de gerações de artistas, a simbólicacerimônia de "passagem do bastão". Chaplin vive Calvero, osalvador de uma distraída bailarina (Claire Bloom), seu futuroguia ao estrelato. Entre os destaques do filme está umacoreografia musical que cresce ilimitadamente nas mãos deChaplin e de Buster Keaton. A extraordinária trilha sonora destefilme, assinada pelo próprio Chaplin, por Raymond Rasch e LarryRussell, garantiu ao lendário cineasta seu único Oscar ganho emcategorias competitivas.

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